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Empresa e alpinistas divergem
Empresa e alpinistas divergem

13-12-2013/15:48:48

Empresa e alpinistas divergem, mas AG garante Beira-Rio pronto no prazo
Brasileiros reclamam de condições e salários atrasados. Responsável pela membrana diz que alguns foram demitidos. Europeus seguem o trabalho

 

 

Alpinistas brasileiros alegam salários atrasados e falta de melhores condições (Foto: Tomás Hammes)

No mês da entrega à Fifa, o Beira-Rio passa por indefinições. Tudo devido a uma divergência entre alpinistas brasileiros e a Sepa (Soluções de Engenharia e Projetos das Américas), responsável pela instalação das membranas do Beira-Rio. Os profissionais alegam salários atrasados, falta de condições no alojamento e de equipamentos. Já a empresa diz que alguns deles (não revela o número, apenas que seria a “maioria”) foram demitidos por não demonstrar vontade em trabalhar. A Andrade Gutierrez, construtora que faz a reforma do estádio do Inter, por sua vez, garante que o ritmo das obras permanece inalterado e não ocorrerá atraso na conclusão.

Isso porque, de acordo com a Sepa, os alpinistas estrangeiros (São 42 ucranianos e nove alemães) seguem trabalhando normalmente. O alpinista industrial Telmo Felipe Neto disse que o grupo de 11 brasileiros chegou no dia 11 de novembro. O contrato seria válido por 45 dias prorrogável por mais 45. No entanto, após uma semana sem as condições necessárias, resolveram parar. Para completar, segundo ele, o salário não veio.

- Estamos parados há algum tempo. Trabalhamos uma semana. Devido à falta de equipamento, precisamos pegar emprestado. O salário está um mês atrasado. Não recebemos auxílio para ficar aqui. Temos só três refeições, café, almoço e jantar. O nosso 30% de periculosidade não serão pagos. Falaram que são os R$ 2.200 da carteira e mais nada. Até agora nem eles nós recebemos. Nossas famílias passando fome no Rio de Janeiro. Nada é resolvido.
A Sepa contesta a versão do alpinista. Nicolas Fiedler, supervisor de produção da empresa, sustenta que as condições são boas tanto que os ucranianos e os alemães não paralisaram suas atividades. O que ocorre seria que os brasileiros não gostaram das acomodações e alguns acabaram desligados pela falta de comprometimento.

- A situação é favorável. Não há salário atrasado. Eles queriam receber antes, queriam um adiantamento e um alojamento diferente. Todo mundo fica ali, a refeição é ótima. Alguns foram sumariamente demitidos por não quererem trabalhar direito. Não cumpriram o trabalho de acordo com as metas estabelecidas. O trabalho seguiu. Temos os ucranianos, que são ótimos - Fiedler, negando que os europeus irão parar na próxima semana.
A Andrade Gutierrez emitiu uma nota sobre o episódio. A empreiteira garante que o cronograma permanece inalterado e a obra não ficará atrasada, embora os alpinistas descontentes tenham avisado, na quinta, que o processo de instalação da membrana atrasaria.
Confira a nota na íntegra:
"A Andrade Gutierrez afirma que está tratando da questão internamente com a empresa contratada para o serviço. Certa de que não está em débito com suas obrigações, a AG ressalta ainda que o ritmo das obras segue conforme o cronograma e esse fato não provocará atraso na conclusão do estádio.

Neste momento, a construtora se reserva o direito de não comentar mais o assunto, pois seu foco principal é resolver qualquer eventual falha de comunicação com os funcionários e seguir o cronograma da obra."

 

Fonte:Globo Esporte