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Em busca da liderança
Em busca da liderança

06-03-2013/07:56:33

Por liderança e marca histórica, Corinthians encara o Tijuana

Timão pode igualar maior série invicta da história da Libertadores na noite desta quarta-feira. Time mexicano venceu os dois jogos que disputou.

Corinthians tem diversos objetivos em Tijuana (Foto: Daniel Augusto Jr / Agência Corinthians)Três pontos, a liderança do Grupo 5 da Taça Libertadores da América e uma marca histórica: são esses os fatores que motivam o Corinthians para a partida contra o Tijuana, do México, nesta quarta-feira, às 22h (horário de Brasília), no estádio Caliente. A aproximadamente 10 mil quilômetros de casa, o Timão pode igualar a maior série de invencibilidade da história da competição continental: 17 jogos consecutivos sem perder, contabilizando os duelos disputados nas duas últimas edições do torneio.

Atualmente, o recorde pertence exclusivamente ao Sporting Cristal. A equipe peruana construiu sua sequência na década de 60, em três participações - 1962, 1968 e 1969 – vencidas por Santos e Estudiantes de La Plata (duas vezes), respectivamente. Foram oito vitórias e novo empates. Campeão no ano passado, o Corinthians acumula nove vitórias e sete empates entre 2012 e 2013. Estatísticas que o técnico Tite sequer sabia até o triunfo sobre o Millonarios, na semana passada, mas que se tornaram fatores de motivação para o elenco.

A trajetória alvinegra começou exatamente como na última temporada: empate por 1 a 1 fora de casa, na primeira partida, e vitória por 2 a 0 em seus domínios. Coincidentemente, o terceiro adversário em 2013 também será um mexicano: no ano passado, o Timão pegou o Cruz Azul, com quem empatou sem gols. A projeção de Tite é repetir o desempenho contra o Tijuana: arrancar pelo menos um ponto no “caldeirão” adversário e vencer no Pacaembu, uma semana depois.

Os obstáculos no caminho do Timão continuam presentes. Na estreia, contra o San José, da Bolívia, a equipe encarou uma altitude de aproximadamente 3.700m na cidade de Oruro. No segundo jogo, contra o Millonarios, no estádio do Pacaembu, se deparou com as arquibancadas vazias – punição imposta pela Conmebol após a morte do jovem boliviano Kevin Douglas Beltrán Espada, de 14 anos, morto após ser atingido por um sinalizador na primeira partida. Desta vez, a luta será contra a grama sintético.

Fundado em 2007, o Tijuana inaugurou o estádio Caliente com o gramado artificial, onde a bola costuma correr e quicar mais. Embora alguns jogadores do Corinthians já tenham tido contato com o diferente tipo de solo, a maioria se precaveu e levou chuteiras soçaite para o México. Esta é a primeira vez que o Tijuana participa da Libertadores, mas a grama sintética não é novidade no país. O estádio Omnilife, do Chivas Guadalajara, por exemplo, já sediou a final da competição continental em 2010.

Na cidade mexicana, que faz divisa com os Estados Unidos, o clima para receber o campeão mundial é de total animação. Placas anunciam o duelo histórico e praticamente todos os ingressos foram vendidos. A proximidade das arquibancadas para o gramado deve tornar o cenário ainda mais intimidador para o Corinthians. Em seu primeiro jogo como mandante na Libertadores, goleada por 4 a 0 sobre o San José. Porém, os próprios jogadores do Tijuana sabem que desta vez o desafio é mais complicado.

O peruano Victor Carrillo apita a partida, auxiliado por seus compatriotas Jonny Bosio e César Escano.

Fonte:Globo Esporte