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Ataque
Ataque

02-05-2013/09:30:38

Camisa 9 fica mais leve e atacantes do Criciúma deixam Zé Carlos de lado

Marcel, Lins e Fabinho reconhecem os serviços prestados por Zé na última temporada, mas querem espaço para escrever suas histórias no clube.

Zé Carlos fez 41 gols na temporada passada (Foto: Fernando Ribeiro, Divulgação / Criciúma EC)

Somar 41 gols numa só temporada forma uma enorme sombra. A torcida do Criciúma se acostumou a Zé Carlos. Quando o atacante deixou o clube, quem veste tricolor nas arquibancadas esperava que um substituto imediato e que algém de mesmo nível aparecesse. Mas não foi bem assim. Passados três meses, Lins, Fabinho e Marcel, com ‘participação especial’ de Giancarlo, tratam de fazer os seus. O trio compartilha os gols, assinam o melhor ataque do Catarinense, e tiram o peso que a camisa amarela, preta e branca com o 9 nas costas tinha. Também aos poucos, se afastam da tal sombra que Zé do Gol deixou quando partiu para a China.

– Não é que está mais fácil ser atacante no Criciúma. É que no começo as coisas não estavam dando certo. A gente estava tentando e a bola não entrava. Não estávamos vivendo um momento bom. Sabemos quando as coisas não estão boas, que o momento não está legal, há dificuldade e criam duvidas, principalmente no ataque. Quando momento não está bom, as pessoas começam a cobrar os atacantes. A nova comissão técnica que chegou deu moral para todo mundo, apostou naqueles que muitos não acreditavam, achavam que estavam aqui a passeio. De pouquinho em pouquinho todo mundo foi pegando alegria para poder jogar e os gols foram saindo. O Lins é um menino que não vinha jogando, mas estava trabalhando e buscando espaço. Fico feliz de vê-lo fazendo seus gols, sendo artilheiro. Espero que continue e seja o artilheiro do Catarinense – afirma Fabinho, que joga na ofensiva esquerda do Tigre.

Embora seja atacante, Fabinho não tem tanta a responsabilidade de marcar quanto Marcel, sucessor no posto. O jogador que foi contratado pelo Criciúma quando Zé Carlos já estava na China, reconhece que os feitos de Zé foram significativos. Chega a admitir que vai ser difícil que ele consiga passar próximo dos número do alagoano. Mas quer seguir seu próprio caminho.

- Creio que a camisa 9 está ficando mais leve. Mas daqui 10 anos vão passar 10 camisas 9  e não vão fazer o que o Zé Carlos fez. Temos que esquecer isso, até porque ele deve estar na luta na China, tentando fazer os gols deles, enquanto nós fazendo os nossos para ajudar o Criciúma. Eu procuro não pensar nisso, nem comparar. Quero dentro das minhas condições ajudar o Criciúma. Se possível, com gols – desabafa o ‘herdeiro’.

O começo de temporada e a quantidade de tentos anotados fazem com que a torcida enxergue em Lins a possibilidade de um sucessor. Mas o baiano nega. Não apenas porque joga em função diferente – pelos lados e não centralizado como Zé Carlos. Para o autor de 12 gols até agora, Zé não deve servir de parâmetro, mas estar apenas nos corações tricolores.

- Sabemos a importância e o que ele fez no ano passado. Mas passou. O Zé Carlos não está mais aqui. A gente nem devia mais estar falando do Zé Carlos, porque ele não está mais aqui. Acho que os jogadores que temos também são competentes para fazer o papel deles dentro de campo – diz Lins, lançando um ponto final.

Fonte:Globo Esporte