14-10-2013/19:01:51
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O técnico Péricles Chamusca sente na pele qual é o principal problema do Coritiba durante o segundo semestre: a falta de confiança em manter jogadores ativos por um longo período. A rotatividade de atletas no departamento médico é um problema que pertuba desde a época do técnico Marquinhos Santos, mas começa a incomodar o novo comandante.
A reclamação de Chamusca não é com o número de lesionados, mas com a falta de estabilidade de quem é liberado. O caso que deixou ele mais contrariado foi o volante Uelliton, que saiu do departamento médico, jogou contra Santos e Flamengo, mas voltou a sentir uma lesão muscular em Salvador.
- O Uelliton jogou duas vezes 90 minutos, já foi para o seu extremo e voltou para o departamento médico. Essa estabilização da recuperação dos jogadores que são liberados do DM. (Precisamos) que eles ganhem condições e virem opções para conseguir uma formação e dar seguimento na base da equipe para ganhar coletividade.
Sem contar com os atletas para repetir as escalações, Chamusca está ciente que o tempo é curto para recuperar titulares, mas defendeu uma permanência maior para melhorar a condição.
- O que precisamos estabilizar é que eu não consegui repetir a formação. Fizemos um bom jogo (contra o Santos), mas não repeti. Você quer encaixar depois de um jogo ótimo, mas daí perde dois. Nessa reformatação, temos que usar ainda neste momento jogadores que estão voltando de departamento médico, que não estão em suas condições melhores - concluiu.
Para enfrentar a Ponte Preta, a comissão técnica alviverde ainda aguarda a situação do lateral-direito Victor Ferraz e do meia Alex. O primeiro deve ser vetado, enquanto o capitão pode retornar ao time. Coxa e Macaca se encaram na quarta-feira, às 21h (de Brasília), no Estádio Moisés Lucarelli.
Fonte:Globo Esporte