21-10-2013/11:24:07
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Lins segue como principal jogador do Criciúma. Diante do Corinthians, num jogo em que o time catarinense não teve fartura de alternativas em chegar próximo ao gol, ele seria a válvula de escape para tricolores se aproximarem da meta alvinegra. Senão a única. Como de costume, o atacante acelerou, encarou e fintou rivais que passaram pelo caminho e chutou. Tentou. Até balançou, mas não valeu.
Com a suspensão de Wellington Paulista, Lins teve como companheiro de ataque Marcel. Na última partida dos dois em dupla, Sílvio Criciúma era o técnico da equipe. Fazia tempo, fez falta o entrosamento. No primeiro tempo, houve momentos em que o atacante partia no contra-ataque e o freava para que o grandalhão chegasse para poder dar prosseguimento à jogada. Mas Bruce Lins estava em campo, também, para receber uma enfiada de bola, ou um lançamento.
Como no lance em que chegou a balançar as redes, aos 19 do primeiro tempo. Ele ganhou na frente, foi na cara do goleiro Cássio (que seria substituído pouco depois) e desviou para as redes. No entanto, a arbitragem comandada por Anderson Daronco viu que o tricolor estava adiantado e o gol foi anulado. Não conseguiu fazer mais porque o homem encarregado de fazer a bola chegar até ele estava em outra.
Ivo aparecia mais na marcação que na criação. A tentativa de fazer Lins chegar às redes passou a residir sobre André Gava, que assumiu o posto no decorrer do segundo ponto. No final da partida recebeu duas chances para tentar a partida que aquela altura tinha o Corinthians em vantagem no placar. Numa bateu direto o lançamento em sua direção. Seria um golaço se dentro fosse, um prêmio pela sua persistência. Na outra oportunidade, a bola foi na cabeça, num quase peixinho. Chegou um pouco depois. Porém, a cabeçada não seu forte.
Restou o consolo de que fez o que pôde, ajudou.