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Passou seis vezes por hospital e morreu
Passou seis vezes por hospital e morreu

28-01-2014/11:21:43

Hospital vai abrir sindicância para investigar morte de bebê em Orleans
Menina de três meses morreu após ter sido levada seis vezes ao local.
Mãe e tia organizaram passeata e querem acionar polícia e Cremesc.

A irmã gêmea da bebê passa bem (Foto: Reprodução RBS TV)

A Fundação Hospitalar Santa Otília, de Orleans, Sul catarinense, vai abrir uma sindicância para investigar a morte de um bebê de três meses atendido na unidade de saúde. A criança, uma menina, morreu na segunda-feira (20) com infecção bacteriana intestinal. A mãe e a tia do bebê realizaram uma passeata e querem acionar a polícia e o Conselho Regional de Medicina. Nesta terça (28), uma nova manifestação pedindo mais saúde no município deve ser realizada.

A família da bebê Maria Gabrieli quer organizar a nova passeata. Os familiares pedem justiça pela menina e também melhoria na saúde do município. A manifestação deve ocorrer antes da missa de sétimo dia da criança. "Foi uma decisão minha de fazer alguma coisa pela vida dela, que não poderia ficar em vão. Não poderia deixar que acontecesse com outras crianças o que aconteceu com ela", disse a tia Andreza Pacheco.

Maria Gabrieli tinha três meses e uma irmã gêmea, Maria Eduarda, que está bem. Gabrieli morreu na segunda (20), depois de seis dias de febre, vômito e diarreia, diagnosticada com infecção bacteriana intestinal. A mãe da menina, Tatiana Martins de Souza, afirmou que tinha levado a criança seis vezes à Fundação Hospitalar Santa Otília.

Segundo a mãe, na própria segunda (20), ela voltou a levar a menina à unidade de saúde. "Voltando lá [no hospital], ela [médica] disse a mesma coisa, que era para ir para casa e dar soro. Minha cunhada chegando, viu que a menina não estava bem, mandou eu ir em casa fazer uma bolsa para mim e para ela para a gente ir para Tubarão. E daqui até lá ela [Maria Gabrieli] foi gemendo, de dor, sei lá", contou Tatiana.

Em Tubarão, a menina foi direto para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e morreu 13 horas depois. "A gente vai processar a médica, vai até a fundo nisso aí, o que tiver que acontecer, a gente vai fazer. Vou denunciá-la para o Conselho Regional de Medicina, a gente vai até as últimas consequências", afirmou a tia.

A diretora-presidente da Fundação Hospitalar, Cláudia Zommer, disse à equipe da RBS TV que, no momento, pode afirmar apenas que o hospital mantém o plantão 24 horas com dois médicos plantonistas. Disse também que a menina recebeu atendimento padrão e que o hospital vai abrir uma sindicância para apurar o caso.

G1 entrou com contato com a Delegacia de Polícia de Orleans, que informou que a mãe da menina foi orientada a prestar boletim de ocorrência. Porém, até as 17h20 desta segunda (27), o documento não havia sido feito. O G1 também entrou em contato com o Conselho Regional de Medicina, mas, até as 17h30, não obteve êxito.

Fonte: G1/SC