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fim de carência no inter
fim de carência no inter

04-02-2014/11:08:32

Do sub-23 ao principal, laterais iniciam bem e indicam fim de carência no Inter
Gilberto e Fabrício estrearam com gols no time principal, e Cláudio Winck e Raphinha também se destacam no time sub-23. Funções foram problemas na última temporada

Gilberto e Fabrício arrancaram com gol e assistência em 2014 (Foto: Alexandre Lops/Internacional)

Foram-se Gabriel, Ednei, Kleber... O próprio Fabrício, único que restou no elenco principal, admitiu ter feito um 2013 precário e prometeu melhorar. Embora cedo, parece estar cumprindo o trato. Uma evolução que acompanhou as caras novas das laterais e que começa a fazer do setor um terreno fértil no grupo do Inter. De onde só se viam problemas na temporada passada, surgem soluções para as carências dos lados direito e esquerdo. 

Além do velho conhecido, há Gilberto, contratado do Botafogo, e os jovens do sub-23 Cláudio Winck e Raphinha. Na conta desse quarteto, mesmo que em poucos jogos, residem assistências, gols e, sobretudo, a expectativa de um ano promissor.

Gilberto fez sua estreia com gol no Gauchão e já havia marcado outro em jogo-treino contra o Cerâmica. Com 20 anos, foi emprestado ao Inter até o fim de 2014. Quando chegou, tratou logo de avisar que trabalharia para ser um lateral que ataca e defende na medida ideal, se dizendo, entretanto, ciente de que Abel Braga prefere times mais ofensivos. À sua sombra, o jogador tem Cláudio Winck, uma das revelações coloradas, que também começou bem o ano.

Winck tem 19 anos. O jovem já coleciona quatro gols no ano, dois deles no Gauchão, o último em bela cobrança de falta que abriu a vitória sobre o São Paulo-RS por 2 a 1, na quarta rodada. O próprio Gilberto chegou ao clube elogiando o concorrente. 

- Ele é um jogador de muita qualidade, é novo, assim como eu. Vai ser uma disputa boa, acirrada - disse, em entrevista recente.

Como Abel usou mais vezes os garotos e os reservas, porque os titulares fizeram uma pré-temporada maior, Winck teve mais oportunidades que Gilberto e arrancou elogios do comandante, que chegou a colocá-lo superior ao tio e também lateral Luís Carlos Winck, que fizera história vestindo vermelho nos anos 1980 e 1990.

Em comparação com o ano passado, o Inter evoluiu no setor. Tinha Gabriel na lateral direita, de atuações irregulares. Contratado do Grêmio, começou bem, ganhando sequência com Dunga no Gauchão. Após o estadual, teve lesões, o que obrigou o comando técnico a usar a base e improvisar jogadores de outras posições, como Jorge Henrique. Houve Ednei, melhor lateral do estadual pelo Veranópolis, que não aprovou no segundo semestre.

Diferente de Gilberto, Fabrício não faz parte das caras novas do grupo. Porém, deu novo ânimo ao iniciar o ano com gol e assistência na estreia dos titulares, contra o Cruzeiro-RS, na quinta rodada. Foi ele quem fechou a goleada por 4 a 1. 

- Foi uma boa estreia, é sempre bom começar os trabalhos dessa forma, com gol, assistência e ajudando o time dentro de campo - destacou o jogador um dia após a vitória.

Em 2013, Fabrício teve atuações instáveis, com expulsões que o prejudicaram. Mesmo assim, tomou o lugar de Kleber, que também deixou a desejar. Em três anos de clube, tem uma nova oportunidade de dar sequência à boa arrancada. 

Abaixo de Fabrício, o reforço vindo da Chapecoense, Alan Ruschel, ainda não tem condições de jogo devido ao cumprimento de uma pena por doping, que vai até março. Por isso, o garoto Raphinha, de 20 anos, é uma das promessas do time sub-23, e é um dos mais elogiados por Abel dentro da base colorada.

Raphinha se destacou na equipe comandada por Clemer, com 100% de aproveitamento no Gauchão, com atuações sempre regulares. Sob o comando de Abel, também se sobressaiu. Fez bela jogada para o gol de Eduardo Sasha contra o São Paulo-RS.

É início de temporada, os jogadores disputam o Gauchão antes de encarar competições mais complicadas - como o Brasileirão e a Copa do Brasil, no caso do Inter -, mas tanto o que mostram os laterais do time principal, como da base, pode transmitir maior tranquilidade ao torcedor e ao clube, que estava carente de mais qualidade nos lados do campo.

Fonte: GE